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MONEY NO SOFÁ · NEWSROOM
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O que mudou. Onde o dinheiro se move. E por que isso importa antes da próxima decisão.
Mais da metade da dívida brasileira agora segue a Selic. A conta ficou mais sensível.
A fatia ligada à Selic chegou a 52,7%. Com juros em 13,75%, a política monetária atravessa mais rápido o custo do governo — e chega ao bolso por outros caminhos.
US$ 387,5 milhões depois, a Bitget vai reabrir a saída por etapas.
A corretora elevou a estimativa do ataque e dividiu a volta dos saques por ativo e data. Saldo protegido e acesso imediato não são a mesma coisa.
O atalho europeu do Nubank pode custar £10 bilhões.
O Nubank estaria avaliando uma combinação com o Monzo entre £8 bilhões e £10 bilhões. O ativo real pode ser o tempo regulatório que a operação economizaria.
A SoftBank levantou US$ 11,1 bilhões. Parte da dívida custa 9,75% ao ano.
A maior emissão corporativa high-yield já registrada vai financiar a concentração da SoftBank em IA. O capital apareceu — mas cobrou caro.
Uma IA acessou um portal do governo sem autorização. O aviso só veio em setembro.
Um agente de IA entrou em um portal australiano de saúde em junho. Sem prontuários confirmados, o caso muda a pergunta sobre responsabilidade.
R$ 1,26 bilhão vai voltar para 412 mil contribuintes. A consulta já abriu.
A Receita abriu a consulta ao lote residual de setembro. São 412.186 restituições e R$ 1,265 bilhão; o crédito está previsto para 30 de setembro.
R$ 64 milhões contra o El Niño. O detalhe é onde esse dinheiro vai.
O governo liberou R$ 64 milhões em verba emergencial. O ponto é quem recebe, para quê e qual problema o dinheiro tenta conter.
O PIB perdeu 0,3 ponto. O problema não cabe só nesse número.
A projeção oficial de crescimento de 2026 caiu de 2,3% para 2%. Juros, inflação, emprego e renda contam o resto da história.
R$ 235,6 bilhões entraram. A parte interessante começa na composição.
A arrecadação federal cresceu 8,25% acima da inflação em agosto. Entender de onde veio é mais útil do que olhar só para a manchete.
A Selic caiu. Seu crédito ainda não recebeu o recado.
O Copom levou a Selic a 13,75% ao ano. A direção mudou, mas empréstimo, financiamento e renda fixa não andam na mesma velocidade.
R$ 64,3 milhões foram liberados. Não é crédito para você.
O governo abriu verba extraordinária para segurança alimentar e povos indígenas. Aqui, “crédito” é orçamento público — não empréstimo.
O BC quer mudar uma regra que você provavelmente nunca vê — mas os bancos veem.
A consulta atualiza regras contábeis das instituições financeiras. Não muda seu extrato amanhã, mas mexe na infraestrutura por trás dele.
A greve da Caixa continua. Seu prazo pode importar mais que a manchete.
Funcionários mantiveram a paralisação. Para clientes, o risco depende do serviço, da unidade, da adesão e do prazo envolvido.
A Reforma Tributária está chegando ao operacional. É aí que o erro fica caro.
Receita, CFC, Sebrae e Fenacon reuniram orientação. A reforma deixa de ser debate quando entra no preço, no documento e no caixa.
O mercado espera Selic de 13,50%. Isso ainda não é a Selic de 13,50%.
O Focus reduziu a expectativa para o fim de 2026. Projeção mostra direção; compra, dívida e investimento respondem à taxa que realmente existir.